sábado, 19 de novembro de 2011

Nos os alunos da ESCOLA DE TEATRO DE ANÁPOLIS, estamos ensaiando o texto "Palácio dos Urubus" , do dramaturgo Ricardo Meirelles. Que será apresentado no dia 13 de Dezembro no Teatro Municipal de Anápolis.Aproveito para convidar a Todos.
Apaixonado pela cidade de Macaé/RJ, onde mora desde menino, o dramaturgo Ricardo Meirelles ganhou destaque no cenário do teatro nacional e internacional quando sua peça Palácio dos Urubus, proibida pelo regime militar de ser montada aqui, ganhou prêmio na Alemanha. Preocupado com o futuro, além de escrever para teatro, Ricardo está a frente de um projeto que busca manter viva a identidade cultural do povo macaense, que vem sido massacrada desde que a Petrobras se instalou na cidade para exploração de petróleo. — Minha ligação com o teatro começou aqui em Macaé, em 1966, quando ingressei no grupo de teatro do Moadyr Vitorino. Nos anos 70, reabriu o Concurso Nacional de Dramaturgia e fui um dos premiados, mas aconteceu algo inusitado: A primeira colocada Rasga coração, do Vianinha, foi proibida de ser montada. A segunda também, e a minha, Palácio dos urubus, também (risos). Vê-se a contradição do regime: reabriu-se um concurso que eles mesmos tinham enterrado e os vencedores não puderam expressar sua arte — constata Ricardo Meirelles. A peça falava de um país fictício, que na verdade retrata o Brasil. Foi toda feita em tom de comédia, como uma farra, com participação de 40 atores. — Imaginei um país chamado 'Babaneiralle', um nome que não significa nada, porque não podia ser Brasil e nem fazer referências. Texto : Rosa Minine.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O que é ser ator, por Paulo Autran Trechos de entrevistas para diversos veículos reunidas no site do Instituto Moreira Salles: Intuição – “Pode acontecer, numa construção de um personagem, aquele dia abençoado de intuição. E tem outras vezes em que esse dia não chega. Vem a temporada toda, a temporada acaba, e você diz: ‘Não teve aquele dia’. Aí é triste. Você faz porque o texto te leva, o teu personagem te leva, mas você sabe que não atingiu, digamos, o fundo, não foi lá. Acontece. O mais engraçado é que a sua opinião nem sempre coincide com a dos outros.” Verdade – “Um dos melhores exercícios que eu acho em teatro para desenvolver a imaginação do ator é mandar ele dizer ‘Eu quero tomar café’ de n maneiras distintas, porque com isso essa simples frase pode ter muitos significados. Ele só tem que dizer isso, ‘Eu quero tomar café’, então tem que falar essas palavras como se estivesse dizendo ‘eu te amo’, ou ‘eu te odeio’, ou ‘minha mãe acabou de morrer’, ou ‘ainda vou te matar’, e assim por diante. O importante na interpretação é o que o personagem tem em mente ao dizer as frases do texto. Isso é que faz uma interpretação ser verdadeira ou não. Quando o ator decora seu texto feito um papagaio e solta simplesmente as palavras, ele não vai causar impressão alguma.” Leitura e interpretação – “Não há melhor exercício para um ator do que interpretar um texto escrito só para ser lido. É outro tipo de esforço. Você tem a questão do ritmo, de como transmiti-lo ao vivo para uma plateia. É fantástico. A valorização da palavra é diferente da de um diálogo. O diálogo é escrito para ser dito, e aquele texto, não.” Estrelas – “Não adianta uma atriz pensar assim: ‘Eu vou ser uma estrela’. O público é quem faz as estrelas. De repente, em um espetáculo de principiantes, você se surpreende com aquela menina no palco que nem é tão bonita assim, mas que tem um negócio que você não tira os olhos dela. Por quê? Porque ela tem carisma. Ela um dia vai ser estrela. Então, são seres que, parece, a natureza botou a mão em cima e abençoou. É a mesma coisa na pintura, na arquitetura: tem gente que tem dom. Teatro é arte, então, não é todo mundo que pode ser artista. Muitas pessoas aprendem, muitas pessoas fazem direitinho e não chegam lá.” Autobiografia – “Foram pouquíssimos os personagens que eu fiz com os quais eu tinha algum ponto de contato. Um deles, em Depois da queda, de Arthur Miller, tinha muitos pontos de contato comigo, com o que eu estava pensando naquela ocasião, com o que eu achava da guerra, da violência, do mal que cada um trás dentro de si, e que nós somos obrigados a conviver com o mal dos outros e com o nosso mal também. Tudo isso batia naquele tempo, embora a vida do personagem fosse totalmente diferente da minha. Mas eu nunca joguei, conscientemente, a minha infância na criação de um personagem – devo fazer isso inconscientemente.” Permanência – “Esse fato de o teatro ser efêmero, para mim, é um dos seus encantos. Se eu acreditasse, por exemplo, na vida eterna, talvez me preocupasse em não ficar tanto como vão ficar os autores, quanto vão ficar os filmes, quanto vão ficar os programas de televisão, se é que eles vão poder ser guardados por todos os séculos. Mas para mim não é nenhum problema não ser eterno. E não me interessa a mínima, depois que eu acabe, o que é que vai acontecer.”

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Aos que vierem depois de nós

Bertolt Brecht
(Tradução de Manuel Bandeira)


Realmente, vivemos muito sombrios!
A inocência é loucura. Uma fronte sem rugas
denota insensibilidade. Aquele que ri
ainda não recebeu a terrível notícia
que está para chegar.

Que tempos são estes, em que
é quase um delito
falar de coisas inocentes.
Pois implica silenciar tantos horrores!
Esse que cruza tranqüilamente a rua
não poderá jamais ser encontrado
pelos amigos que precisam de ajuda?

É certo: ganho o meu pão ainda,
Mas acreditai-me: é pura casualidade.
Nada do que faço justifica
que eu possa comer até fartar-me.
Por enquanto as coisas me correm bem
(se a sorte me abandonar estou perdido).
E dizem-me: "Bebe, come! Alegra-te, pois tens o quê!"

Mas como posso comer e beber,
se ao faminto arrebato o que como,
se o copo de água falta ao sedento?
E todavia continuo comendo e bebendo.

Também gostaria de ser um sábio.
Os livros antigos nos falam da sabedoria:
é quedar-se afastado das lutas do mundo
e, sem temores,
deixar correr o breve tempo. Mas
evitar a violência,
retribuir o mal com o bem,
não satisfazer os desejos, antes esquecê-los
é o que chamam sabedoria.
E eu não posso fazê-lo. Realmente,
vivemos tempos sombrios.


Para as cidades vim em tempos de desordem,
quando reinava a fome.
Misturei-me aos homens em tempos turbulentos
e indignei-me com eles.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

Comi o meu pão em meio às batalhas.
Deitei-me para dormir entre os assassinos.
Do amor me ocupei descuidadamente
e não tive paciência com a Natureza.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

No meu tempo as ruas conduziam aos atoleiros.
A palavra traiu-me ante o verdugo.
Era muito pouco o que eu podia. Mas os governantes
Se sentiam, sem mim, mais seguros, — espero.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

As forças eram escassas. E a meta
achava-se muito distante.
Pude divisá-la claramente,
ainda quando parecia, para mim, inatingível.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

Vós, que surgireis da maré
em que perecemos,
lembrai-vos também,
quando falardes das nossas fraquezas,
lembrai-vos dos tempos sombrios
de que pudestes escapar.

Íamos, com efeito,
mudando mais freqüentemente de país
do que de sapatos,
através das lutas de classes,
desesperados,
quando havia só injustiça e nenhuma indignação.

E, contudo, sabemos
que também o ódio contra a baixeza
endurece a voz. Ah, os que quisemos
preparar terreno para a bondade
não pudemos ser bons.
Vós, porém, quando chegar o momento
em que o homem seja bom para o homem,
lembrai-vos de nós
com indulgência.



Bertolt Brecht nasceu em Augsburg, Alemanha, em 1898. Em 1917 inicia o curso de medicina em Munique, mas logo é convocado pelo exército, indo trabalhar como enfermeiro em um hospital militar. Aquele que iria se tornar uma das mais importantes figuras do teatro do século XX, começa a escrever seus primeiros poemas e cedo se rebela contra os "falsos padrões" da arte e da vida burguesa, corroídas pela Primeira Guerra. Tal atitude se reflete já na sua primeira peça, o drama expressionista "Baal", de 1918. Colabora com os diretores Max Reinhardt e Erwin Piscator. Recebe, no fim dos anos 20, instruções marxistas do filósofo Karl Korsch. Em 1928, faz com Kurt Weill a "Ópera dos Três Vinténs". Com a ascensão de Hitler, deixa o país em 1933, e exila-se em países como a Dinamarca e Estados Unidos da América, onde sobrevive à custa de trabalhos para Hollywood. Faz da crítica ao nazismo e à guerra tema de obras como "Mãe coragem e seus filhos" (1939). Vítima da patrulha macartista, parte em 1947 para a Suíça — onde redige o "Pequeno Organon", suma de sua teoria teatral. Volta à Alemanha em 1948, onde funda, no ano seguinte, a companhia Berliner Ensemble. Morre em Berlim, em 1956.


O poema acima foi extraído do caderno "Mais!", jornal Folha de São Paulo - São Paulo (SP), edição de 07/07/2002, tendo sido traduzido pelo grande poeta brasileiro Manuel Bandeira.

Retorno as aulas I.F.G. CURSO MONTAGEM E ENCENAÇÃO

Retornamos as aulas na semana passada, nossa estava com saudades, ontem na terça-feira (25/10) visitamos o Teatro que está em fase de acabamento , uma estrutura maravilhosa, fiquei deslumbrada com tanta beleza, nunca tinha visto um teatro em construção, o Prof.Sandro fez alguns exercícios de acústica, e percebemos o sons no teatro, tudo é muito lindo , e praticamente perfeito. Iremos estrear nele, que responsabilidade , mas estamos sendo preparados para isso. Vamos lá turma !

terça-feira, 23 de agosto de 2011


Atriz Fernanda Montenegro em cena do monólogo "Viver sem Tempos Mortos", que retorna à capital paulista em outubro




Fernanda Montenegro volta a teatro de SP como Simone de Beauvoir
As informações estão atualizadas até a data acima. Sugerimos contatar o local para confirmar as informações
DE SÃO PAULO

Guga Melgar/Divulgação

Atriz Fernanda Montenegro em cena do monólogo "Viver sem Tempos Mortos", que retorna à capital paulista em outubro A peça "Viver sem Tempos Mortos", que estreou em São Paulo em maio de 2009, com ingressos esgotados, retorna à capital paulista em outubro.

Fernanda Montenegro, que interpreta a polêmica escritora e companheira de Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir, ficará em cartaz com o monólogo no teatro Raul Cortez (centro da cidade).

Durante o espetáculo, dirigido por Felipe Hirsch, a atriz permanece sentada em uma cadeira enquanto relembra o passado, percorrendo momentos e encontros com Sartre, a mocidade tempestuosa, o engajamento pelas causas do feminismo e os embates pela liberdade.

As sessões serão realizadas sempre de sexta-feira a domingo, e também haverá apresentações gratuitas às quintas, nos CEUs da cidade.

Retirado do site: http://guia.folha.com.br/teatro/ult10053u961619.shtml

O Teatro


O teatro causou uma revolução em minha vida.Hoje tenho mais convicção do que eu quero para mim , tenho planos , objetivos. Quero aprender e conhecer muito sobre teatro, sei que sou preguiçosa, mas to indo devagar! Dona de casa, e trabalhando fora também , é complicado tandos afazeres! Não desisto! Ainda quero fazer algo grande, algo que me sinto orgulho. O que tenho feito na E.T.A , para mim se torna grande, mesmo sendo trabalho de escola.

Quero Muito mais!!!!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Mostra de Teatro















































Foi maravilhoso participar da Mostra de Teatro, vi praticamente todos os Espetáculos, teve de tudo, Teatro Circo, Teatro Dança, Romace, Humor, Tragédia. Participei da Oficina para Atores com Humberto Pedracinni. Nossa que experiência enriquecedora!

terça-feira, 5 de julho de 2011

20ª Mostra de Teatro de Anápolis




A Prefeitura de Anápolis, através da Secretaria Municipal de Cultura, realiza entre os dias 8 e 15 deste mês, a 20ª Edição da Mostra de Teatro de Anápolis. Os espetáculos serão realizados no Teatro Municipal e, no período vespertino, na Praça Dom Emanuel.

A companhia de teatro Carroça de Mamulengos foi convidada a participar do evento. Também será apresentada a comédia romântica Linda, com a atriz Fernanda Nobre e uma homenagem ao diretor Hugo Rodas, com a apresentação da peça O Boi.
Segue abaixo a lista das peças selecionadas por edital para participarem da mostra:

1. – Espetáculo: Amor I Love You
Grupo Zabriskie
Categoria: adulto infantil
Goiânia-GO

2. – Espetáculo: A Farpa
Companhia Mínima
Categoria: adulto
Goiânia-GO

3. – Espetáculo: O Alienista
Cia de Teatro Nu Escuro
Categoria: adulto
Goiânia-GO

4. – Espetáculo: Travessia Parte II – De tão longe venho vindo
Grupo Sonhus Teatro Ritual
Categoria: adulto
Goiânia-GO

5. – Espetáculo: A Princesa Engasgada
Teatral Grupo de Risco
Categoria: infantil
Mato Grosso do Sul-MS

6. – Espetáculo:Dois Patetas Espatifados
Grupo Trupicão Cia de Teatro
Categoria: infantil
Goiânia-GO

7. – Espetáculo: O Circo dos Amores Impossíveis
Débora di Sá
Categoria: adulto infantil livre
Goiânia-GO

Suplentes:

8. – Espetáculo: Dúplice
Rodrigo Cruz e Rodrigo Cunha
Categoria:adulto
Goiânia-GO

9. – Espetáculo: Olho
Cia Teatral Oops!
Categoria: adulto
Goiânia-GO

10. – Espetáculo: Anjo Clandestino – Duo
Cia Corpo na Contramão
Categoria: adulto
Goiânia-GO

http://www.anapolis.go.gov.br/cultura

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Aula Aberta - Esc. Teatro de Anápolis








Foi nossa aula aberta, no Teatro Municipal. Ficamos apreensivos, mais deu tudo certo. Gente essa turma é adoravél, nossos professores são ótimos!!! Pode vir segunda semestre!!!!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Olha o que Acheiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!

http://www.cennarium.com/

Esse site você pode comprar peças e assistir no seu computador !!!

Nossa muito legal e ainda tem making of , e fotos muito bom mesmo.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Decorar texto de teatro

Decorar texto de teatro

Como Decorar textos sejam de teatro, ou trabalho qualquer é uma técnica que você desenvolve com o tempo, e pode aprimorar pela vida toda. Na verdade o que você precisa ter é o Maximo de concentração.

Subir em um palco e atuar precisa de uma preparação, e essa preparação você adquire com ensaios, então a melhor maneira de se decorar textos de teatro é ensaiando. Você pode usar o ensaio em grupo para decorar ou então quando estiver só, sem barulho.




Uma boa,é você decorar os textos antes dos ensaios para não atrapalhar o rumo e o ritmo dos ensaios. Usar de gravadores e técnicas como decorar antes de dormir também são boas pedidas. O importante é você se concentrar e não ter preguiça de decorar o texto.

fonte:http://www.blogers.com.br/

foto: Estreou no dia 06 de março/2009 no Teatro Clara Nunes, do Shopping da Gávea, no Rio de Janeiro, RJ, no Brasil, o musical Avenida Q. Esse aqui vale a pena pela.

Adaptado da peça de sucesso na Broadway, Avenue Q é a história de Princeton, mané que chega a Nova York com muitos sonhos e pouca grana, e acaba indo morar no endereço do título, que é o único aluguel que pode pagar. O musical mostra também os bizarros vizinhos de Princeton, muitos deles suspeitamente parecidos com fantoches (à la Vila Sésamo), que nos ensinam importantes lições de vida, como…

O peso da interpretação

teatro o peso da interpretaçao
O peso da interpretação


Ao abrir as cortinas do palco, nem sempre a surpresa é agradável, pois não é sempre que temos a felicidade de nos deliciarmos com a magnitude de uma boa interpretação. Sendo o teatro a arte do ator, o peso de uma interpretação é tudo.

Pouco importa o excelente figurino, o cenário deslumbrante, um texto primoroso, o que interessa é ver a entrega do ator em cena. E também, pouco importa se o espetáculo é um drama, uma comédia, ou um espetáculo infantil. O ator tem de ser pleno e absoluto em cena.




PAULO AUTRAN
FOTO: http://www.mundodastribos.com/paulo-autran



O ator tem de se entregar de corpo e alma, ser visceral, buscar nas entranhas, a melhor parte que a personagem solicitar. Não bastam caras e bocas, jeitos e gestos estereotípicos e micagem em cima do palco, nada disso convence e, põe a perder qualquer excelente produção.

A interpretação é a parte mais importante dentro de um espetáculo, pois é ele que conta a história, que sente a história, que vive a história, por isso, precisa mergulhar até o fim do poço a fim de conhecer o seu personagem. O ator deve e tem de colocar o seu peso na interpretação, assim é que se conhece um bom ator.

Tudo tem de ser meticulosamente cuidado, a voz, o andar, o falar, o jeito de se vestir... tudo isso, junto e misturado, vai construir a personagem que sustentará qualquer história, mesmo aquelas rasas e sem pretensões. E isso vale para qualquer ator que esteja em cena.

Não cabe a justificativa pífia de que por ter apenas duas ou três falas em cena, não é preciso todo esse emprenho, muito pelo contrário. Há situações que essas duas ou três falas fazem a diferença de uma história. E imagine você: A grande chance de mostrar o seu potencial está em duas ou três falas, e você, talvez por se achar mais do que seja, desperdiça?

O ator é uma profissão que precisa ser levada a sério, até mesmo nos ensaios, aliás, é nos ensaios que um ator precisa se dedicar e caminhar em busca da melhor interpretação, pois, é nos ensaios que ele vai conhecendo pouco a pouco, o quanto o peso ele terá no espetáculo. Para aí sim, quando se der o abrir das cortinas, faça da sua interpretação um motivo de admiração.

Fonte: http://oficinadeteatro.com/

Paulo Sacaldassy
Escrito por Paulo Sacaldassy
Um dos melhores sites de teatro,recomendo

terça-feira, 22 de março de 2011

ESPETÁCULO "FACINAÇÃO" - APRESENTAÇÃO VIPR ANÁPOLIS















Foi um presente , participar de algo tão especial ! Quantas emoções geradas no público presente, uma história linda!!! Agradeço a Deus pela nossa Pastora Marilda que faz e acontece com a Graça de Deus!!! Em breve estaremos apresentando novamente , que delícia!!!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Teatro


Nossa ainda bem que esta perto de começar as aulas tô com saudades de todos!!!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

ENCERRAMENTO DA ESCOLA DE TEATRO 2010


Eu e meu colega Paulo , na apresentação de encerramento da ETA ... Foi muito bom!!!